05
Nov 11

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Só tens de nos enviar um e-mail com o assunto "Testemunho", a tua mensagem e indicar o teu nome e apelido.

Contamos contigo!

 

 

 

Associação Cidadania Viva

Apoiamos esta iniciativa pois é um fundamental mecanismo de reflexão e sensibilização para lutar contra esta infeliz realidade. Queremos ajudar a promover um mundo onde cessem as violações de direitos básicos, como o direito à integridade física e psicológica e o direito à dignidade da vida humana. Por isso, juntado-nos a esta iniciativa, queremos mostrar o nosso cartão vermelho à violência doméstica!

 


ACED

Faz parte da cultura dos presos manifestarem espontaneamente a sua cólera contra os abusadores de mulheres e de crianças que lhes aparecem na cadeia. Eles sabem instintivamente que a imoralidade dos actos criminosos que lhes foram imputados não são nem tão impunes nem tão miseráveis quanto a violência e o abuso contra as mulheres e as crianças.

 

 

Amnistia Internacional Portugal

A violência sobre as mulheres é das mais vastas e persistentes violações de Direitos Humanos, e manifesta-se em diversos contextos: na família, na comunidade, nas instituições estatais, em situações de conflito e pós-conflito armado. Não é normal, legal ou aceitável e não devia ser tolerada ou justificada. Acabará quando cada um de nós se comprometer a não cometê-la, a impedir que outros a cometam, e a lutar até que seja eliminada em todo o Mundo. É por estes motivos que a Amnistia Internacional Portugal apoia a Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, que será realizada no dia 25 de Novembro de 2011, no Largo de Camões, a partir das 17h.

 

 

Amplos

Associamo-nos a esta iniciativa que visa denunciar a violência doméstica, sobretudo a especialmente direccionada contra as mulheres, porque a AMPLOS, como associação de mães e pais contra a discriminação com base na orientação sexual e identidade de género, afirmou-se, desde a sua fundação, como sendo contra todas as formas de discriminação.Também porque na nossa experiência associativa temos testemunhado até que ponto pode ser devastadora a violência que tem lugar no espaço doméstico, e quanto é dificil denunciá-la e encontrar soluções para as suas vítimas.

 

 

BE

Quero dar-vos os parabéns pela organização desta Marcha. É mais do que tempo de a sociedade, através das organizações feministas e outras, se organizar para comemorar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência com uma iniciativa pública relevante.

Sabemos que em tempo de crise são ainda as mulheres quem mais sofre - as primeiras a sermos despedidas, as que pior ganhamos, as que sofremos uma revolta e raiva que deveriam estar  direccionadas para quem colocou o povo nesta situação.

Num país ainda muito marcado pela cultura machista e patriarcal a opressão de género, que faz da mulher um objecto à disposição dos homens, tem uma tradução na violência doméstica. Esta tem vindo a aumentar e tem também aumentado o grau dessa violência, conduzindo ao assassinato de um número crescente de mulheres.

O Bloco de Esquerda tem feito deste combate uma bandeira e o seu primeiro Projecto de Lei, transformado em Lei, foi precisamente a classificação do crime de violência doméstica como um crime público.

 

 

Caleidoscópio LGBT

Por todas as mulheres que gritam silenciosamente por ajuda.

Por todas as mulheres violentadas fisica e psicologicamente.  

Pelo fim dos maus tratos e porque não há justificação possível para a violência.

Pela justiça e humanidade.

É por tudo isto que o Caleidoscópio LGBT apoia a Marcha Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres!

 

 

Carla Branco

Lamentavelmente, não poderei estar presente.
Trabalho diariamente com vítimas de violência doméstica.
Com histórias de vida ... verdadeiramente dramáticas.
Todas elas espelham e reflectem a dor, a angústia, o medo, a vergonha e a incerteza.
A minha « luta» é ajudar também nessa mudança.
É um sonho indestrutível. Não vejo impossíveis, vejo obstáculos. Mas também formas de os ultrapassar.
Força!

 

 

CBL

NÃO SOMOS CÚMPLICES NEM INDIFERENTES POIS a maior parte da comunidade de imigrantes brasileir@s residentes em Portugal é composta por mulheres. Os estereótipos negativos referentes à mulher brasileira, infelizmente vigentes em todo o mundo, coloca-a em contexto de sensível vulnerabilidade face a todas as formas de violência, nomeadamente violência sexual ativa (violência doméstica, estupros, tráfico e exploração sexual...), assim como latente e submersa nas relações interpessoais injustas e perniciosas - assédio sexual, discriminação laboral, controlo, proibições etc.

 

 

CITE

A história é velha! O assédio sexual no trabalho, que afecta principalmente as mulheres, continua a ser um problema real nos locais de trabalho, embora quase sempre invisível, surdo e mudo, com consequências quer ao nível laboral quer ao nível pessoal, quer ainda ao nível económico. A CITE, enquanto mecanismo nacional de igualdade cuja missão é a promoção da igualdade entre homens e mulheres no trabalho, procura, em conjunto com os parceiros sociais, contribuir para a prevenção e combate do assédio sexual no trabalho, e assim cooperar para eliminar esta forma de violência.

 

 

CSP

A ocupação é violência!

Pelo fim da violência da ocupação israelita conta as mulheres palestinianas e pelo fim de todo o tipo de violência contra todas as mulheres do mundo, a Comité de Solidariedade com Palestina apoia esta Marcha.

 

 

Dialógo e Acção Associacção Européia de Hip Hop/Zulunation Portugal

A Associação Dialogo e Acção apoia a Marcha pelo Fim da Violência contra Mulher porque conhece bem de perto esta situação, pois desde 2009 estaá à frente do projecto HipHop de Batom que dá Voz a jovens mulheres vítimas de todo o tipo de violência contra a mulher. Através do Rap (Ritmo e poesia), elas retratam os diversos tipos de violência sofridos por elas ou por pessoas do seu convívio. São relatos contados por elas e são mensagem de incentivo para que outras jovens tenham coragem de denunciar seu agressor. As mulheres têm de se unir , reagir e guerrear de forma inteligente. bjs, equipe da diálogo e Acção"hip Hop de Batom"

 

 

Estrela da Lusofonia

Na associação Estrela da Lusofonia somos muito sensíveis a esta Problemática e por isso queremos fazer parte do Grupo de entidades que pretendem diminuir a VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES NAS SOCIEDADES. Dando assim visibilidade às vítimas da violência, quer através de espancamento, violência conjugal, crimes de honra ou casamentos forçados...

 

 

GAIA

A violência contra as mulheres não faz também, o nosso género!
O GAIA repudia todas as formas de repressão, dominação e exploração cultural, social, ambiental, económica e política. A emancipação de todos os seres vivos no planeta terra depende de uma mudança estrutural de um sistema que nos opŕime e domina actualmente. É necessário romper com este sistema e fazer emergir novas formas de viver livremente, de ser apenas, sem pré-conceitos associados a corpos/vida/a géneros, e é por isso que, o GAIA, apoia a "Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres

 

 

Graal

O Graal, enquanto movimento internacional de mulheres empenhadas na transformação do mundo, condena todo o tipo de violência contra as mulheres.

Acreditamos que esta marcha pode ser o início da mobilização de muitas organizações, e pessoas, para a eliminação de todas as formas de violência contra as mulheres.

 

 

ILGA Portugal

Porque é fundamental eliminar todas as formas de violência contra as mulheres, incluindo as simbólicas. Porque é fundamental chamar a atenção e combater de forma eficaz a violência dirigida a mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais, não só no âmbito da violência doméstica mas também no âmbito dos crimes de ódio. E porque é fundamental denunciar e quebrar a violência do silêncio.    

http://violencia.ilga-portugal.pt

 

 

Liga Portuguesa Contra a Sida

A LIGA Portuguesa CONTRA A SIDA apoia esta iniciativa, a “Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres” e reconhece a importância de acções que defendam os direitos humanos no seu todo. A prática da LPCS, assenta em valores como a igualdade e liberdade, não discriminando alguém pelo género, etnia, sexo, orientação sexual, religião, filiação politica, condição física, social, económica ou cultural.  

Numa sociedade ainda pautada por desigualdades de género, em que as mulheres continuam a ser e a sentir-se vulneráveis, torna-se premente a união de TODOS por esta causa.

Estamos convosco!


 

 

Mén Non - Associação das Mulheres de S.Tomé e Príncipe em Portugal

Pela União das Mulheres!

A União faz a Força

 

 

Não Te Prives

A violência contra as mulheres acontece por muitas razões, entre as quais o sexismo, a homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia existentes nas nossas sociedades e que matam, ferem, ofendem e diminuem todos os dias.  Marchar pelo fim da violência contra as mulheres é dar um sinal claro de que a violência, nas suas diferentes formas,  não é aceitável, independentemente das circunstâncias e motivos. A não te prives - Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais apoia a Marcha pelo Fim da Violência contra as Mulheres, porque denunciar, visibilizar, transformar é fundamental e urgente. A luta pelos direitos humanos não se ganha sem percebermos que estamos todas e todos no mesmo barco.

 

 

Oikos

A Oikos apoia esta iniciativa por se identificar com os termos do Manifesto da “Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres” e por os considerar consentâneos com os seus valores.  

É missão da Oikos garantir que todas as pessoas usufruam de uma vida digna, independentemente do seu género, nacionalidade, etnia, credo, filiação politica, condição física, social, económica ou cultural.

Acreditamos que equidade social, económica, cultural e de género são condições vitais para a afirmação dos direitos humanos das gerações presentes e futuras.

Enquanto existirem focos de violência como esta de que as mulheres são especiais vítimas e que espelham desequilíbrios de género e desigualdades sociais, económicas e culturais, os Direitos Humanos jamais serão realizados. Enquanto tal acontecer a Oikos juntará a sua voz a estas iniciativas.

 

 

Os Intermitentes

Os Intermitentes do espectáculo e do áudio-visual apoiam a iniciativa da Marcha pelo fim da violência contra as Mulheres, acreditando que um dos papéis da arte e da cultura é actuar na criação de uma sociedade humana mais emancipada e onde as mulheres não sejam vistas como alvos de exercícios de poder.

 

 

Panteras Rosa

Mães, irmãs, filhas, prostitutas, amantes, namoradas, trabalhadoras no alterne, trans, travestis, trabalhadoras por conta de outrem e empresárias, professoras e funcionárias, imigrantes sem papéis e magistradas, investigadoras e dançarinas, velhas e novas, lésbicas ou hetero, mulheres ou pessoas percecionadas enquanto tal, todas podemos ser vítimas de violência e todas devemos, temos de não a calar. Mesmo quando nos dizem para falarmos baixo, mesmo quando nos dizem que não é bem assim, sobretudo quando nos dizem que a culpa é nossa, que provocámos e que quem semeia ventos colhe tempestades.

No dia 24 de Novembro faremos um furacão nas ruas, para que a violência de género deixe definitivamente de o ser.

 

 

PATH - Plataforma Anti - Transfobia e Homofobia

A PATH- Plataforma Anti-Transfobia e Homofobia de Coimbra existe desde 2011 para lutar contra a discriminação baseada na orientação sexual e na identidade de género. Nesse espírito, apoiamos a Marcha pelo Fim da Violência contras as Mulheres porque lutamos em prol da mudança de mentalidades e pela defesa da dignidade humana. O combate à homofobia, bifobia e transfobia não se ganha enquanto houver sexismo e outras formas de violência contra as mulheres.

 

 

Paula Petreca

Outro dia estive numa carruagem do metro aos prantos, pois um homem mastubarva-se dentro das calças e depois ficava a provocar as mulheres a sua volta com as mãos sujas. dizia que aquele bando de gordas feias devia lhe agradecer porque se não fosse ele quem iria satisfazê-las? todas as pessoas à volta estavam indignadas mas ninguém fazia nada, é claro. eu do telemóvel mandei uma denúncia à guarda, mas o sacana desceu antes dos vigias aparecerem à procura dele.

Situações como essas acontecem todos os dias. eu presencio, todo dia, apalpadas. assédios verbais violentíssimos, sendo talvez essa situação a mais explícita a que presenciei, mas não sei se a mais grave. anda qualquer coisa de feia no ar por aqui. um moralismo tão fervoroso na mídia, daqueles que obviamente num caso de violência condenaria antes uma suposta conduta imprudente por parte da mulher salvaguardando o direito de ficar excitado e descontrolar-se dos homens... como é que isso ainda é possível???

No dia desse incidente que relatei, eu desci uma estação depois da que o homem saltou, fui logo ter com a segurança dizer que havia enviado a denúncia e que a pessoa que descrevi havia saltado na estação anterior, a primeira coisa que os guardas me perguntaram foi se eu havia notado algum sinal de demência ou embriaguez no homem. eu disse que não, evidente. mas depois pensei, evidente porquê? uma condição tida anormal seria capaz de justificar um comportamento socialmente ilegítimo de modo impune? perguntei ao segurança se a situação continuaria simplesmente assim, se não há como ter paisanas nos carrros,ou tentar de algum modo controlar a lotação dos carros para que o aglomeramento não sirva de pretexto para esse descontrole corporal mais intenso (porque realmente o caso da lotação do metro é um episódio à parte), e eles disseram que trabalham em relação a isso conforme a demanda de prioridades. eu já fora de mim lhes perguntei se já havia algum caso de navalhadas nos comboios ou no metro porque me apetecia no momento portar uma e usá-la se fosse o caso. claro que eles perceberam meu descontrole e nada disseram. eu então continuei o barraco dizendo muito cínica que usaria a navalha, obviamente somente na ocasião de estar embriagada, uma circunstância que combinada com minha condição de pessoa perturbada mentalmente, de certeza tornaria o acto compreensível e sem maiores consequências.

Enfim fiz agora grande desabafo... mas é que realmente essa situação me pegou. eu já sofri violência vezes sem conta. por muito tempo acreditei que superava isso na boa, que era capaz de elaborar tudo, que aprendia e evoluia com essas experiencias. mas tendo passado episódios bem  extremos de violência (hoje conto quatro), de repente comecei a olhar meu corpo, a maneira como as pernas viram para dentro, o modo como o peito se arqueia, a maneira como muitas vezes escolho roupas que me tornem menos notável, mais esquisita, que anulem qualquer vontade de sentir-me bela... e recentemente tenho pensado que isso não é nenhum bônus, não é nenhum âmbito de evolução enquanto humano, não é motivo para sentir-me imune a algo.

As coisas têm consequências afinal.

E sonho com um dia em que não me encha de pânico arrumar-me para estar bonita, pintar a cara, meter-me num decote...

Bjinhos e força aí

 

 

Precários Inflexiveis

Solidários/as com a Marcha pela Eliminação da Violência contra as Mulheres
Somos um colectivo de trabalhadores/as precários/as e organizamo-nos para combater a precariedade laboral porque rejeitamos a exploração e o roubo das nossas vidas. Mas sabemos que habitamos um país e um mundo, no qual o trabalho é apenas mais um veículo de opressão. Não queremos ser cúmplices da violência a que as mulheres estão sujeitas, seja no trabalho, na rua ou em casa. Queremos ser muito/as, muitos/as mais a transformar o mundo e a banir de vez o sexismo, a violência de género, o preconceito, a indiferença e a discriminação. Nem mais uma!

 

 

Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens

A violência não escolhe idade. As jovens mulheres são vulneráveis ao tráfico para fins de exploração sexual, ao assédio, à violência sexual e à violência no namoro. A exortação da sexualidade feminina e de ideais de beleza padronizados e irreais, conduzem, também, a comportamentos auto-destrutivos, que comportam, em si mesmo, uma violência, como o caso dos distúrbios alimentares. As raparigas são vulneráveis enquanto mulheres e enquanto jovens, mas também, por isso, são agentes de mudança. É neste âmbito que a REDE apoia a Marcha contra a violência contra as mulheres.

 

 

rede ex aequo

Sem um combate empenhado à violência contra as mulheres, não se pode falar com justiça de igualdade ou de diversidade. Desde a sua fundação em 2003, a rede ex aequo - associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes tem integrado e apoiado mulheres de diversas orientações sexuais e identidades de género, dando visibilidade não só à discriminação e ao preconceito de que são alvo, mas também à sua capacidade de superar as adversidades e conquistar uma sociedade mais livre e mais segura. Participamos nesta marcha em solidariedade para com todas as mulheres em situações de risco.

publicado por Paula Antunes às 13:57

 

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